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Surto Influenza

  • Foto do escritor: Dra.Laura Moreira
    Dra.Laura Moreira
  • 13 de dez. de 2021
  • 2 min de leitura

A  influenza  ocorre durante todo o ano, mas é mais frequente no outono e no inverno, quando as temperaturas caem, principalmente no Sul e Sudeste do País. Mas as mudanças climáticas, somadas ao maior relaxamento das medidas de isolamento social ( impostas pela pandemia do covid19) e com baixa cobertura vacinal contra gripe 2021 ( todos na corrida contra vacina do coronavírus e se esqueceram da já nossa velha conhecida gripe) resultado : pandemia de gripe em pleno verão! Algumas pessoas,  como  idosos,  crianças, gestantes  e  pessoas  com  alguma comorbidade, possuem um risco maior de desenvolver complicações devido à  influenza. A melhor maneira de se prevenir contra a doença é vacinar-se anualmente.A vacina é capaz de promover imunidade durante o período de maior circulação dos vírus  influenza  reduzindo o agravamento da doença. Aliada às estratégias de vacinação, igualmente é de grande importância a adoção de medidas de prevenção e controle para  influenza. Medidas que evitam a transmissão da  influenza  e outras doenças respiratórias: - Frequente higienização das mãos, principalmente antes de consumir algum alimento - Utilizar lenço descartável para higiene nasal - Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir - Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca - Higienizar as mãos após tossir ou espirrar - Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas

- Manter os ambientes bem ventilados

- Evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas de influenza - Evitar sair de casa em período de transmissão da doença - Evitar aglomerações e ambientes fechados (procurar manter os ambientes ventilados) - Adotar hábitos saudáveis, como alimentação balanceada e ingestão de líquidos - Orientar o afastamento temporário (trabalho, escola etc.) até 24 horas após cessar a febre. E quanto aos sinais e sintomas? Infecção aguda das vias aéreas que cursa com quadro febril (temperatura ≥37,8°C), com a curva térmica usualmente declinando após dois ou três dias e normalizando em torno do 6° dia de evolução. A febre geralmente é mais elevada, persistente e prolongada em crianças.As queixas respiratórias tornam-se mais evidentes com a progressão da doença e mantêm-se, em geral, por 3 a 4 dias após o desaparecimento da febre. A rouquidão e a linfadenopatia cervical são mais comuns em crianças. A tosse, a fadiga e o mal-estar frequentemente persistem pelo período de 1 a 2 semanas e raramente podem perdurar por mais de 6 semanas.

 
 
 

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